Em várias conversas com marcas, percebi um padrão que se repetia. Muitas decidem testar ações com criadores internamente, sem estrutura, sem ferramentas e sem preparação. Depois, quando os resultados não aparecem, concluem que trabalhar com marketing de influência não funciona. Mas o problema não é o criador, é o processo.

Ilustração representando o processo de trabalho com creators, destacando os principais erros que marcas cometem ao tentar gerenciar creators internamente sem estrutura adequada, processos definidos ou ferramentas especializadas
Processo de trabalho com creators: muitos erros ocorrem quando marcas tentam gerenciar creators internamente sem estrutura, processos claros ou ferramentas adequadas.

Com base nessas conversas, reuni os principais erros que vejo acontecer quando uma marca tenta testar internamente a estratégia com marketing de influência:

  1. Falta de objetivos claros e estratégia definida
  2. Ausência de processos claros de colaboração e comunicação
  3. Gestão deficiente de prazos e entregas
  4. Pouca (ou nenhuma) validação e controle de qualidade do conteúdo
  5. Não acompanhar métricas e resultados: a importância do ROI em influência
  6. Tentar fazer tudo manualmente, sem ferramentas ou apoio especializado em marketing de influência

A seguir, explico cada um deles de forma direta e com exemplos reais.

1. Falta de objetivos claros e estratégia definida em campanhas com influenciadores

Em várias marcas, o teste começa com um pedido vago como faz um post falando da nossa marca. Sem objetivo, tudo fica solto. Já vi campanhas com influenciadores que não sabiam se queriam alcance, leads ou vendas, e sem direção, o conteúdo não gera impacto real.

2. Ausência de processos claros de colaboração e comunicação no marketing de influência

Sem briefing, sem regras e sem alinhamento, cada pessoa entende um caminho diferente. Isso gera ruído, retrabalho e até risco jurídico. Em uma das conversas, uma marca contou que teve posts removidos por falha de sinalização de publicidade, como aconteceu no caso Oreo no Reino Unido.

3. Gestão deficiente de prazos e entregas em campanhas com influenciadores

Isso é muito comum: ninguém sabe quem já entregou, quem atrasou, o que está aprovado e quando os posts entram no ar. Esse descontrole faz com que o impacto da ação se perca. Várias pesquisas mostram que atrasos são um dos principais problemas de quem tenta gerenciar creators manualmente.

4. Pouca (ou nenhuma) validação e controle de qualidade do conteúdo em marketing de influência

Já vi marcas postarem conteúdos sem revisão e depois descobrirem erros, exageros e até claims proibidos. Algumas categorias, como skincare e suplementos, já renderam multas por falta de supervisão adequada. Alguns exemplos destes casos podem ser encontrados no site do FDA (U.S. Food & Drug Administration).

5. Não acompanhar métricas e resultados: a importância do ROI em influência

Esse é um dos pontos que mais prejudicam aprendizados. Sem links rastreáveis, UTMs e KPIs definidos, a marca fica no escuro. Em várias conversas, equipes admitiram que "olharam só os likes" e não tinham como medir ROI em influência. Estudos mostram que isso é mais comum do que parece.

6. Tentar fazer tudo manualmente, sem ferramentas ou apoio especializado em marketing de influência

As marcas começam com poucas pessoas, algumas planilhas e muitos prints. Mas basta crescer um pouco para virar um caos: contratos espalhados, conteúdos perdidos, métricas inconsistentes e dificuldade de acompanhar tudo. É por isso que marcas que escalam marketing de influência usam automação e plataformas dedicadas.

Recomendações finais: como evitar esses erros em campanhas com influenciadores

Para evitar análises superficiais e os prejuízos que vêm com elas, algumas práticas tornam o processo de marketing de influência e marketing de afiliados muito mais eficiente e previsível:

  • Estruturar um fluxo operacional claro: definir o passo a passo completo: briefing, envio de rascunho, aprovação, ajustes e publicação. Isso reduz ruído, atraso e retrabalho.
  • Criar regras de validação e qualidade: checklist simples com tom de voz, claims permitidos, marcações obrigatórias (#publi), mensagens-chave e restrições legais. Isso evita riscos e garante consistência.
  • Centralizar toda a operação em uma ferramenta única: creators, entregas, aprovações e métricas no mesmo lugar. Sem dispersão, sem perda de informação e com rastreabilidade real.
  • Medir tudo com dados: acompanhar impacto por creator, formatos que performam melhor, custo real por entrega e ROI em influência evita decisões baseadas em sensação e aumenta previsibilidade.

Conclusão: como o Sandwiche ajuda nesse processo

Com tudo isso, ficou claro para mim que as ações com marketing de influência não fracassam por causa dos creators, fracassam porque o processo não foi bem estruturado. Quando os erros acima são corrigidos, campanhas com influenciadores se tornam um dos canais mais eficientes de awareness, consideração e vendas.

E é exatamente aqui que o Sandwiche entra.

Nossa plataforma, com agentes de IA integrados, ajuda marcas a testar e escalar operações com marketing de influência de forma muito mais organizada e eficiente. Automatizamos tarefas que antes tomavam horas, centralizamos entregas, validamos conteúdo, acompanhamos métricas e ajudamos a marca a enxergar o ROI em influência real por creator.

Com isso, a empresa deixa de testar no improviso e passa a operar marketing de influência como mídia, com escala, previsibilidade e resultado.

Se você quer entender melhor como funciona nossa solução, conheça nossos agentes de IA, descubra como encontrar creators compatíveis, explore nosso CRM de creators, veja como funciona a comunicação omnichannel ou explore outros conteúdos no nosso blog sobre gestão de creators e marketing de influência.

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